Scalabis Night Race 2014

Depois do estrondoso sucesso da Scalabis Night Race 2013, os Run 4 Fun não poderiam deixar de comparecer em massa na edição deste ano daquela que foi considerada a melhor prove de 10 km em terras Lusas!

 

E como em equipa vencedora não se mexe, repetimos a receita do ano passado: festa pré-corrida para abastecimento, seguida de prova de 10 km em modo Fun, pelos locais históricos da emblemática cidade de Santarém! Os anfitriões José e GIna Mendes da Silva prepararam condignamente o local da festa para a recepção da armada laranja e receberam-nos com a sua enorme simpatia (não, não tive aumento de mesada para escrever isto!).

 

 

Desta vez, da minha parte, houve duas baixas: o César esteve completamente ausente devido a trabalho em Maputo; eu participei só no Fun, e um pouco condicionada, porque as fracturas de esforço em dois metatarsos assim o obrigaram!

 

 

A participação na festa foi excelente e contou com a presença de familiares a amigos de muitos de nós!

 

 

Comes e bebes de alto nível, como sempre, para todos os gostos e crenças alimentares! ;)

 

 

Houve lugares especiais para os lesionados e acolhimento VIP para os ultra-maratonistas!

 

 

Depois da animada distribuição de dorsais, foi tempo de mudar de roupa e de rumar ao local do evento, onde o excelente programa da organização seguiam em grande festa! E não faltou a foto da praxe, alinhados na linha de partida!

 

 

Daqui em adiante a animação continuou em crescendo! O aquecimento foi abolutamente fantástico, com a ala masculina do grupo a mostrar os seus prodígios em coordenação!

 

 

Embebidos de espírito desportivo, os Run 4 Fun combinaram fazer a prova em grupo e esperar por algum eventual retardatário na rotunda que antecede a meta! Grande camaradagem! Tínhamos dois estreantes nesta prova! A Mariana Romano, filha do sobre-humano Manuel Romano, e o nosso recente companheiro Luís Caixinhas! A partida foi feita com entusiasmo e alegria! O primeiro abastecimento seria aos 5km, um copinho de vinho tinto na mitíca tasca "O Quinzena"!

 

 

E cumprindo o prometido, o pelotão laranja reagrupou na rotunda, esperando pelos restantes colegas! Conta quem lá esteve que houve quem desse 14 voltas à rotunda neste compasso de espera! Há gente que não sabe estar parada! :) E o momento mágico da noite foi a chegada da enorme mancha laranja à meta, encabeçada pela debutante Mariana Romano, todos em apoteótico delírio!

 

 

Foi um momento bonito de ver, muito emocionante para quem o viveu! É isto o Run 4 Fun! Parabéns também ao Luís Caixinhas, pela sua estreia em provas! Ficamos à espera do teu relato aqui no site! :)

 

 

Quanto a nós, estamos a aguardar a data da Scalabis Night Race 2015 para bloquear a agenda!


O meu primeiro Ultra trail.

Ultra Sico O enquadramento para ter feito esta aventura:

Apesar de estar com a cabeça (e com a inscrição) na maratona de Sevilha, quando fiquei a saber que Sico era no mesmo dia hesitei em trocar Sevilha por Sicó.

Sicó tinha sido o meu primeiro trail e primeira prova como Run4Fun. Duas razoes fortes para me deixar indeciso.

Mas ainda me sentia com gosto por ir a Sevilha. Por todo o ambiente que se criou a volta de Sevilha. Autocarro apinhado de alegria, muitas estreias em maratonas e a própria prova era aliciante. Ainda havia também um desafio com a Filipa quando nos inscrevemos para Sevilha, que era ver quem conseguia ter a maior evolução ate ao dia da Maratona.

Mas, e talvez, o factor decisivo para fazer a ultra de Sicó foi para poder estar e acompanhar a Filipa, que se tinha inscrito para fazer o Ultra em Sicó.

Os treinos: Tinha me aplicado nos treinos para Sevilha. Inclui dois treinos meio loucos que fiz. Um era para fazer o treino das 4as feiras na Expo... Desencontrei me (no local de partida) dos R4F e acabei por correr ate ao Jardim das Amoreiras e voltar. Muitos kms.

O outro desencontrei me (na hora) do treino da Garça. Um treinos diferente do habitual e que ia ate Monsanto. Acabei por dar a volta a Monsanto e quando dei por mim estava próximo da A5 com vista para a Decatlhon. Nem queria acreditar que tinha que voltar tudo pra tras. Fui em frente ate ao Alecrim, perto do Jardim das Amoreiras. Nesse dia cheguei podre. Ja nao havia forcas para mais. Jantei com a Filipa e as 23:30 fomos de taxi buscar o carro que ficou perto do Café In.
Enfim, treinei...

Nas duas semanas anteriores a Sico treinei pouco. Mas na terça feira anterior rebentei comigo. Estava sem querer pensar em nada e fiz um treino bi-diario 9 +20km Sabia que 5dias ia ser curto para recuperar as pernas. Pensei... "Aquilo já deve ser fácil, e tu ainda complicas Rui"

A prova: Cheguei na noite anterior a Condeixa. Jantar, vinho e gin. Dormi bem. Acordei cedo. Não sentia efeito do ultimo treino nas pernas, mas resolvi vestir aquelas meias de compressão quase ate ao joelho.

Encontro dos laranjinhas junto da partida. Tudo pronto. Não e normal estar nervoso, mas estava um pouco. Sentia uma certa duvida se conseguia fazer a prova ate ao fim.
O Teodoro, excelente como sempre, calmamente sugeriu uma estratégia. E tranquilizante ouvir quem sabe. Pensei.. Acompanho quem sabe disto e vai correr bem. Lembrava também da confiança do do Rui Ralha. "Tu consegues..."

Sentia me bem por estar com a companhia dos R4F abituados aos Ultras.

A parte da corrida foi... Correr... e .. Correr. A parte mais difícil foi dar conta que as meias de compressão nao prestam. Estavam a massacrar me os gémeos, e resolvi baixa-las ate aos tornozelos e foram os últimos kms da prova.

O fun... : Inicio com fotos e conversa. Entretanto, estava a começar uma conversa interessante com o Teodoro acerca dos momentos de interiorização nas provas, quando ele foi abordado por um cumprimento e dois dedos de conversa. (Fica aqui prometido o seguimento da conversa Teodoro). Foi ai que comecei a trilhar sozinho. Uma, duas, três subidas a correr e comecei a perceber que estava bem e confiante. Depois de baixar as meias ainda melhorou.

Abastecimentos fantásticos sempre animam, ou pelo menos não ha razão para reclamar deles quando as pernas doerem.

Uma descida espectacular. Alguns kms na companhia de uma rapariga muito veloz. Quando descolou de mim foi ve-la a desaparecer nas subidas e descidas a ultrapassar tudo e todos. Confessou que nos primeiros 5kms a "coisa" estava feia.

Encontrar a Ana Groznik e o Miguel Serradas num abastecimento foi surpresa.

As subidas tipo paredes não foram fun, mas foi bom olhar pra trás.

Abastecimento sopa e cerveja com gaitas ou concertinas para animar.

Logo a seguir a sopa entrei em conversa e ritmo de passada com dois "manos". No inicio estava agradável a conversa. Opinávamos sobre temas como: instituições de solidariedade, racismo, e colonialismo. Mas depois deixei de participar, segui com eles mas mais atras. Falaram o tempo todo a minha frente. Estavam fortes e aceleraram.

Faltavam 4,5km, segundo o bombeiro, e mais a frente meti me para dentro do rio, ate aos tornozelos.

Lavei cara e cabeça e molhei o gorro que ja tinha cheiro a azedo.

Ate ao fim da kilometragem não houve mais fun. Foi difícil esta parte. E só mesmo a chegada a meta e que foi fun.

Resumindo: no final a sensação boa de saber que fiz uma ultra. Por estar sempre a correr não tirei o mesmo prazer que em trilhos anteriores. Foi menos difícil que a primeira maratona.

Fica a dica para quem quiser iniciar: se pensares em tempos treina subidas e descidas. Se vais só para acabar treina subidas e descidas e bebe uns copos.

Maratona de Sevilha 2014 - A minha primeira maratona

Conforme prometido, aqui fica a partilha da experiência vivida na minha primeira maratona. Antes de avançar para a maratona, penso ser importante fazer um pequeno enquadramento, de como vim aqui parar, tanto para os/as que ainda não me conhecem, como também para os/as que já me conhecem e também para todos/as os/as que estão a começar a correr e que de alguma forma, o relato da minha experiência os possa ajudar neste mundo das corridas. Entre 2009 e 2010, com o objectivo de ter uma vida mais saudável, tomei a decisão de passar a ter uma alimentação mais cuidada, através da qual consegui ajustar o meu peso, ao peso ideal para a minha altura/idade. Mas faltava alguma coisa... Por forma a tirar o melhor partido desta decisão, decidi que a deveria complementar com uma prática desportiva. No final 2011 inscrevi-me num ginásio, mas face à minha agenda profissional acabei por me aperceber que esta não era a melhor opção. Já não me lembro quem, mas houve um amigo que na altura me sugeriu começar a correr, era algo que poderia começar a partir de casa e controlar mais facilmente o pouco tempo livre. Em Agosto de 2012, decidi começar a correr. Quando comecei a correr, houve alguém, que também não me lembro quem, que me sugeriu começar a inscrever em corridas, porque dessa forma iria assegurar um plano de treino mais regular. Como tinha a corrida agendada, era forçado a treinar. Em Setembro de 2012 fiz a minha primeira prova, os 5,5 Km da Mini Maratona Vodafone Rock'n'Roll. Recordo-me que na altura me causou bastante nervosismo, que me custou a completar a corrida e também me recordo de ter pensado "Grandes Malucos" aqueles que estão a fazer a meia maratona, jamais me vão "apanhar" a fazer uma meia maratona. Entretanto fui evoluindo, fiquei com o "bichinho" das corridas, aumentei a fasquia e passei a fazer corridas de 10 Km. No final do ano, por sugestão da Sandra Correia e do Eduardo Correia, surgiu a possibilidade de entrar para os Run 4 Fun. Na altura fiquei com algumas duvidas se deveria ou não aceitar o convite, fui inclusive investigar se estaria à altura do grupo, não queria fazer má figura. :-) No inico, lembro-me de fazer um dos primeiros treinos com várias elementos, entre os quais o João Ralha, que me tentou aliciar para as maratonas e que na altura lhe disse que não, que não fazia parte dos meus planos, ao mesmo tempo em que pensava "Grandes Malucos" já mais me vão convencer. Lembro-me ainda de fazer um outro treino, de 32 Km, com o os Run 4 Fun, treino de preparação para alguns elementos que iriam fazer uma maratona e novamente o mesmo pensamento "Grandes Malucos" aqueles que vão fazer a Maratona. Quanto muito posso fazer uma meia maratona, agora uma maratona, não, nem pensar. Voltei a aumentar a fasquia e passei a fazer também meias maratonas. Um ano depois, em 2013, para celebrar a data, em vez de fazer a mini, já fiz a Meia Maratona Vodafone Rock'n'Roll. Novamente várias pessoas me tentaram convencer a fazer a maratona e novamente o mesmo pensamento "Grandes Malucos", nem pensar. Mas, por outro lado, recordo-me também de ver a dedicação e rigor do António Arede no seu plano de treinos para a maratona e não posso negar o quanto para mim foi motivador. Também foi bastante motivador ler todos os relatos de quem fez a maratona de Lisboa, de como superaram as adversidades com que se depararam e como conseguiram chegar ao fim. A excelente marca obtida pelo Daniel Vilabril, meu colega de trabalho, também foi para mim um elemento motivador. E eis que, ainda não sei bem como é que aconteceu, mas que tomei a decisão de que 2014 ficaria assinalado como o ano da minha inicialização à Maratona. Pesquisei na Internet, quais as maratonas mais próximas e qual delas a mais indicada para quem se vai iniciar na distância. E assim surgiu no topo das opções a Maratona de Sevilha. Apressei-me a fazer a inscrição, não fosse a vontade desaparecer, elaborei um plano de treinos a quatro meses e comecei logo a treinar. A motivação era tal que acabei também por me inscrever na maratona de Madrid, na maratona do Monsanto e na Maratona do Porto. A maratona de Lisboa também foi seleccionada, mas encontra-se em standby à espera da abertura das inscrições. Os dois primeiros meses foram repletos de treinos, os quais deram frutos, batendo todos os meus PBTs. Infelizmente já não posso dizer o mesmo dos dois últimos meses, nos quais por motivos profissionais e também devido às condições climatéricas, o número de treinos caiu drasticamente. De acordo com a preparação que estava a fazer e com o site McMillan Running , com base nos tempos das minhas provas anteriores e treinos, eu teria capacidade para correr a maratona a um ritmo de 4:55 para um tempo total de 03:27:58. Apesar de muito ambicioso, na altura pareceu-me ser possível, uma vez que as mesmas orientações serviram para fazer PBT nos 10Km e nos 21Km. No entanto, no dia da prova, com o nervoso miudinho a atacar e por ter a consciência que não tinha cumprido o plano de treinos, mudei o objectivo para terminar a prova entre as 03:30 e as 03:45. Após uma caminhada de 2 kms até ao ponto de partida, dirigi-me à minha caixa de acordo com a identificação do dorsal. Pelo caminho encontrei vários Run 4 Fun, assim como constatei que a presença Lusa se fazia representar em grande número. Na mesma caixa de partida encontrei o Fernando Rosete, o Orlando Ferreira, o José Magalhães e o Jorge Paulo. Cada um com o seu objectivo estabelecido, assim que se deu a partida, só nos mantivemos juntos nos primeiros metros. Cada um imprimiu os seus ritmos e rapidamente deixei de ver o Fernando Rosete, que pôs logo o pé no acelerador. O Orlando ainda o fui vendo nos primeiros kms, mas depois também acabou por carregar no acelerador. Quando comecei, como o tempo estava fresco e me sentia muito bem, procurei manter uma média entre os 05:05 e os 05:10, a ideia era fazer os primeiros 5 km a esse ritmo e depois avaliar. Feitos os primeiros 5 Km, como me estava a sentir bem, mantive até aos 10 Km, e depois até aos 15 Km, agora o objectivo era manter até aos 21 km e reavaliar. Assim teria a possibilidade de corrigir até aos 05:20, por forma a completar no intervalo definido. Recordo-me, no final do km 9, de ser passado por um grupo que seguia o balão das 03:30. O balão das 03:30? Ainda vai aqui? Olhei para o relógio para confirmar os tempos, mas estava tudo ok, eram eles que estavam atrasados, não era eu que estava adiantado. Estávamos a correr junto ao rio e à minha esquerda, do outro lado do rio, consegui ver o meu hotel. Repentinamente a rua estreitou e ficámos completamente envolvidos num estreito túnel de pessoas que incentivavam e apoiavam os atletas. "fuerza campeones", "animo" gritavam eles, batiam palmas, agitavam cartazes e bandeiras, sopravam apitos e tocavam buzinas. Contagiado por toda esta energia e motivação, decidi acompanhar o balão das 03:30, só para ver qual o ritmo da passada. 04:53, estavam nitidamente a recuperar caminho. O meu ritmo cardíaco subiu e na minha cabeça os alarmes começaram logo a tocar. Decidi não arriscar, deixei-os seguir e voltei à minha passada. No km 17 resolvi tirar o pé do acelerador, uma vez que comecei a sentir uma impressão nos gémeos da perna esquerda. Saltou-me à memória um treino recente no Monsanto onde tive que parar no km 15 pelo mesmo motivo. Na altura pensei, "vou abrandar e isto vai passar". "Não pode acontecer o mesmo que no treino." "Não vai acontecer." Tentei mentalizar-me que não iria acontecer o mesmo, mas infelizmente a impressão começou a aumentar, nos Kms seguintes passou a desconforto e no km 20 a dor instalou-se. Pensei que teria que desistir, estava perto de atingir metade da prova e ainda faltava mais outra parte igual. Mas eis que reparei que nos pontos de assistência, os enfermeiros estavam a colocar um spray aos atletas que o solicitavam. Ok, antes de desistir vou tentar e assim foi, parei e pedi para colocarem o spray. Devo dizer que não funcionou muito bem, mas como estava de calças pensei, daqui a 2 Kms, levanto a perna da calça e a aplicação vai ser directa. Consegui chegar ao km 22 onde fiz uns alongamentos e depois solicitei a aplicação do spray. Funcionou e assim fui eu avançando neste ritmo de corre, alonga e aplica spray. Houve Kms muito complicados em que fiz parte a correr e parte a andar até ao próximo ponto de assistência. Os Kms 33, 35, 40 e 42 foram complicados de gerir. Do Km 20 até ao fim foi uma autentica guerra psicológica, sempre a pensar "tu nunca desistis-te de uma prova e não vai ser hoje que o vais fazer", "esta é a tua primeira maratona, não podes falhar", "vieste até Sevilha para fazer uma maratona e vais fazer até ao fim"… Valeu o apoio da minha esposa Teresa Coelho, que me foi ligando ao longo do percurso, com apoio e incentivo. Valeu o apoio dos colegas da nossa Super equipa Run 4 Fun. Valeu o apoio de outros atletas tugas. Valeu o apoio das multidões. Vi passar o balão das 03:45. Vi passar o balão das 04:00. Não me recordo bem a que km foi, mas encontrei o Rui Ralha com a sua GoPro ao peito. :-) No final consegui reunir forças para entrar no estádio a correr. Na ultima curva antes da recta da entrada para o estádio recebi o apoio da Maria Antunes que se encontrava a fazer a reportagem fotográfica. Na recta de entrada para o estádio recebi mais um apoio do José Carlos Melo, que nunca imaginei encontrar ali, uma vez que não sabia que ele também ia fazer a maratona. Quando entrei no estádio a emoção foi tanta que por momentos me esqueci da dor. Foi com muita emoção que cortei a meta do que me pareceu ser uma never ending story. Foi sem duvida uma experiência a repetir mais vezes, mas sem o pormenor da dor nos gémeos. :-) Agora também sou Maratonista. Agora também faço parte dos "Grandes Malucos". Um Grande Obrigado à minha esposa Teresa Coelho, por todo o apoio e motivação que me tem dado, e também pela paciência em esperar muitas vezes por mim para almoçar e jantar. Um Grande Obrigado à Joaninha também pela motivação e paciência em esperar muitas vezes por mim para almoçar e jantar. Um Grande Obrigado à minha mãe, por todo o apoio e motivação e também por ter estado a acompanhar a prova via web. Um Grande Obrigado ao Jorge Caldeira por todo o apoio, motivação e também pelo acompanhamento e relato via web. Um Grande Obrigado a todos os que prescindiram um pouco do seu tempo para colocar um like e/ou para expressarem as suas mensagens de apoio e felicitação. Um Grande obrigado a todos os Run 4 Fun, que de uma forma ou de outra colocaram o "bichinho" da corrida e alimentaram esta vontade de continuar a treinar, participar em provas e estabelecer novos objectivos.